METABOLISMO LENTO E ESTRESSE, QUAL É A RELAÇÃO?

Olá, pessoal! Hoje vou abordar um tema sugerido por vocês: metabolismo e estresse. Vamos explorar a relação entre eles e descobrir se o estresse afeta o metabolismo e o ganho de massa de gordura. Se você tem interesse nesse assunto, continue lendo e confira o vídeo para mais informações.

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Vamos falar sobre metabolismo e estresse. Na imagem que vou compartilhar com vocês, destacam-se conceitos importantes, como a redução de sono e a privação total ou parcial do sono. Esses fatores têm uma relação similar ao estresse, pois ambos impactam negativamente nosso corpo.

Os picos de estresse, os gatilhos emocionais e as ansiedades que enfrentamos ao longo da vida têm um efeito semelhante à redução do sono. Em outras palavras, se você dorme menos, fica mais estressado. Isso ocorre porque tanto a redução do sono quanto o estresse afetam tanto a tomada de decisões cerebrais quanto os hormônios.

Quando estamos estressados ou com falta de sono, nossa capacidade de tomar decisões é prejudicada, principalmente no córtex frontal do cérebro, onde ocorrem as tomadas de decisões. Além disso, ocorre um aumento do hormônio grelina, associado à percepção de fome. Pessoas estressadas e com poucas horas de sono têm uma maior percepção de fome, o que pode levar ao aumento da ingestão calórica.

Por outro lado, há uma diminuição da leptina, hormônio responsável pela sensação de saciedade. Portanto, quando estamos estressados ou com pouco sono, tendemos a comer mais e nos sentirmos menos saciados. Isso pode levar ao aumento do consumo de calorias.

É importante ressaltar que o estresse não necessariamente diminui o metabolismo, mas aumenta o consumo de energia e a ingestão de alimentos. Além disso, o estresse facilita o armazenamento de gordura devido ao aumento dos picos de cortisol, que está associado ao acúmulo de gordura. Outro ponto é que o estresse causa resistência à insulina, dificultando a construção de massa muscular.

Dessa forma, a relação entre estresse e metabolismo resulta em uma composição corporal negativa, com aumento de gordura e dificuldade na construção de massa muscular. Essas alterações também afetam nossas escolhas alimentares, levando-nos a optar por alimentos processados e doces que trazem prazer emocional. Além disso, sentimos uma maior vontade de ficar parados, reduzindo nossa atividade física.

Quando somamos todos esses fatores, percebemos que a busca por um balanço calórico ou por uma composição corporal específica se torna cada vez mais desafiadora. Por isso, é importante compreender esse processo e agir de forma

consciente para interromper o ciclo negativo.

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